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Projeto do poço Filmagem de poço
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01 Objetivo


1.1.NBR 12212 - Esta Norma fixa as condições exigíveis para elaboração de projeto de poço para captação de água subterrânea para abastecimento público.

1.2 Esta norma se aplica a todos os tipos de poços perfurados em rochas de características físicas as mais diversas.

02 Documentos complementares

Na aplicação desta norma é necessário consultar:

NBR 12212- Projeto de poço para captação de água subterrânea- procedimento

 

03 Definições


Para os efeitos desta norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.21.

3.1 Aqüifero
Formação ou grupo de formações geológicas portadoras e condutoras de água subterrânea.

3.2 Cimentação
Processo de vedação de qualquer espaço anular com argamassa ou pasta de cimento.

3.3 Desenvolvimento
Conjunto de processos mecânicos e/ou químicos que favoreçam o fluxo de água do aqüífero para o poço.

3.4 Filtro
Tubulação ranhurada ou perfurada colocada no poço para facilitar o fluxo de água proveniente do aqüífero.

3.5 Fiscal
Técnico legalmente habilitado (CREA) em construção poço para captação de água subterrânea, a serviço do contratante.

3.6 Furo- piloto ou furo- guia
Perfuração efetuada para obtenção de dados preliminares das características das rochas em subsuperficie. Em muitos casos, em muitos casos, constitui a primeira etapa de construção de um poço.

3.7 Lama de perfuração
Fluido utilizado com a finalidade de sustentar as paredes do furo, transportar os resíduos de perfuração, resfriar e lubrificar as ferramentas.

3.8 Limpeza
Remoção, por processos mecânicos e/ou químicos, dos resíduos de perfuração e de partículas do aqüífero.

3.9 Litologia
Estudo dos diferentes tipos de rocha.

3.10 Nível estático (NE)
Profundidade do nível de água de um poço em repouso, isto é, sem bombeamento, medida em relação a superfície do terreno no local.

3.11 Nível dinâmico (ND)
Profundidade do nível de água de um poço bombeado a uma dada vazão, referida ao correspondente tempo de bombeamento, medida em relação a superfície do terreno no local.

3.12 Perfilagem
Conjunto de grandezas físicas, medidas em u poço, através de ferramentas especificas, registradas mecânica ou fotograficamente.

3.13 Poço
Obra de captação de água subterrânea executada com sonda, mediante perfuração vertical.

3.14 Pré-filtro
Material granular colocado no espaço anular entre a coluna de tubos lisos e filtros e as paredes do poço.

3.15 Rebaixamento
Diferença entre os níveis estático e dinâmico durante o bombeamento.

3.16 Rocha
Agregado natural formado de um ou mais minerais, que constitui parte essencial da crosta terrestre.

3.17 Rocha Sedimentar
Agregado natural originado da alteração, transporte, deposição ou precipitação de qualquer tipo de rocha.

3.18 Teste de alinhamento
Verificação do perfil retilíneo de um poço.

3.19 Teste de aqüífero
Bombeamento de um ou mais poços com o intuito de determinar as características hidrodinâmicas do aqüífero.

3.20 Teste de verticalidade
Verificação do prumo de um poço.

3.21 Vazão
Volume de água extraído do poço na unidade de tempo.

04 Desenvolvimento da Construção

4.1 Elementos necessários

Na construção de um poço para captação de água subterrânea, torna-se indispensáveis os seguintes elementos:
a) Projeto executivo do poço ver NBR 12212:
- Locação
- Perfil litoestratigrafico previsto, com indicação das características mecânicas das formações;
- Programa construtivo do poço;
- Método de perfuração;
- Especificações técnicas construtivas;
- Especificações dos materiais;
- Cronograma físico da obra;
b) Equipamento de perfuração;
c) Ferramentas de perfuração;
d) Ferramentas auxiliares;
e) Equipamentos auxiliares;
f) Responsável técnico habilitado;
g) Fiscalização;
h) Condições de recebimento do poço;

4.2 Atividades necessárias

A construção do poço para captação de água subterrânea compreende as seguintes atividades:
a) Preparação do canteiro de obra:
- Acesso, serviços de terraplanagem, encascalhamento e confecção de bases;
- Instalação de perfuratriz e dos equipamentos auxiliares;
- Disposição dos materiais;
- instalações diversas;
b) Perfuração:
- Perfuração inicial para colocação do tubo de proteção sanitária (tubo de boca);
- Amostragem;
- Perfuração nos diâmetros e profundidades projetados;
- Verificação dos parâmetros da perfuração;
- Verificação das condições hidráulicas dos fluidos de perfuração;
c) Dimensionamento da coluna de tubos lisos e filtros:
- laboração do perfil litológico com base no exame e descrição das amostras;
- Execução e interpretação de perfilagens elétricas e radioativas, de diâmetro, de densidade, sônicas, laterais e outras;
- Elaboração do perfil de penetração;
- Correlação entre vários perfis para montagem do perfil composto;
d) Dimensionamento de pré-filtro
- Analise granulométrica de amostras representativas;
e) Colocação da coluna de tubos lisos e filtros;
f) Colocação do pré-filtro;
g) Desenvolvimento;
h) Execução de testes de bombeamento;
i) Coleta de água para analise;
j) Serviços e obras complementares;
- laboração do perfil litológico com base no exame e descrição das amostras;
- Desinfecção;
- Construção de laje de proteção sanitária;
- Tampa;
k) Elaboração do relatório final
05 Condições gerais


5.1 Serviços preliminares

5.1.1 O local de perfuração deve ser devidamente preparado para instalação de perfuratriz e seus acessórios, bem como para a construção das obras temporárias, como reservatórios de lama e água, valetas de escoamento, etc...

5.1.2 A disposição dos materiais e equipamentos deve obedecer ao critério de organização e praticamente de modo a não prejudicar nenhuma das fases da obra.

5.1.3 Medidas gerais de proteção e segurança devem ser adotadas para evitar acidentes pessoais na área de serviço.

5.1.4 Em local conveniente, deve ser instalada a infra-estrutura necessária – vestiário, refeitório, sanitário, e água potável – de modo a assegurar ao pessoal da obra condições de descanso de higiene compatíveis co a natureza dos serviços.

5.2 Perfuração

5.2.1 O construtor deve dispor na obra de maquina, perfuratriz e de equipamentos, ferramentas e materiais em quantidade e capacidade suficiente para assegurar a execução dos trabalhos.

5.2.2 Qualquer substituição de maquina ferramenta ou acessório indisponível durante a perfuração para a execução do programa construtivo do poço deve correr por conta e risco do construtor.

5.2.3 A perfuração deve ser efetuada nos diâmetros e profundidades estabelecidas no projeto executivo do poço. (ver NBR 12212).

5.2.4 Qualquer alteração nos diâmetro estabelecidos e/ou nas correspondes profundidades só pode ser efetivadas mediante autorização do contratante, baseada em parecer técnico da fiscalização.

5.2.5 A perfuração pode ser, inicialmente, executada através de um furo-piloto, com posterior alargamento nos diâmetros previstos no programa construtivo do poço.

5.2.6 A amostragem do material perfurado deve ser feita de 2,0m em 2,0m e a cada mudança de litologia.

5.2.7 As amostras coletadas devem ser secas e dispostas em ordem crescente de perfuração, em caixas numeradas co os respectivos intervalos de profundidade.

5.2.8 Uma vez examinadas pela fiscalização, as amostras devem ser acondicionadas em sacos plásticos etiquetados ou em vidros rotulados com as seguintes informações: intervalo de profundidade e identidade do poço.

5.2.9 As amostras selecionadas para analise granulométricas, pesando no mínimo 1,0kg, devem ser enviadas ao laboratório, que deve fornecer a curva granulométrica de cada uma delas.

5.2.10 A lama de perfuração nos poços perfurados pelo método com circulação direta deve ter seus parâmetros físicos e químicos controlados durante os trabalhos, a fim de evitar danos ao aqüíferos e facilitar a limpeza do poço.

5.2.11 A lama de perfuração, salvo em situações especiais, deve ser mantida com os seguintes parâmetros:
a) Densidade: entre 1,04 e 1,14;
b) Viscosidade aparente: entre 35s e 60s Marsh;
c) Conteúdo de areia: inferior a 3%, em volume;
d) pH: entre 7,0 e 9,5;
e) Filtrado abaixo de 15cm cúbicos
5.2.12 È proibido, no preparo da lama de perfuração, empregar aditivos como óleo disel ou outras substancias capazes de poluir o aqüífero.
5.2.13 Durante os trabalhos, o construtor deve manter na obra um registro diário de perfuração, atualizado, contendo as seguintes informações mínimas:
a) Diâmetro da perfuração executada;
b) Metros perfurados e profundidade total do poço no fim da jornada de trabalho;
c) Material perfurado e avanço da penetração;
d) Profundidade do nível de água no inicio e no fim da jornada de trabalho.
5.2.14 A lama de perfuração nos poços perfurados pelo método com circulação direta deve ter seus parâmetros físicos e químicos controlados durante os trabalhos, a fim de evitar danos ao aqüíferos e facilitar a limpeza do poço.

5.2.15 Com base na descrição das amostradas coletadas, nas informações do diário de perfuração e nos registros dos perfis corridos, deve ser montado o perfil composto, definindo a posição dos intervalos ou zonas aqüíferas.

5.3 Colocação da coluna de tubos, filtros e pré-filtros

5.3.1 As determinações da abertura das ranhuras dos filtros e da granulometria do material de pré-filtro devem ser feitas a partir das curvas granulométricas das amostras selecionadas na perfuração.

5.3.2 A coluna de tubos, filtros e pré-filtro deve ter seu dimensionamento definitivo estabelecido mediante o ajustamento das especificações dos materiais ás características reais na perfuração.

5.3.3 A colocação das colunas e filtros deve evitar deformações ou ruptura do material que possam comprometer a sua finalidade ou dificultar a introdução de equipamentos. ..

5.3.4 Ao longo da coluna de tubos e filtros, devem ser usadas guias centralizadoras, de modo a mantê-la centralizada e assegurar a posterior colocação de pré-filtro.

5.3.5 As juntas e conexões dos tubos de revestimento devem ser perfeitamente estanques.

5.3.6 A extremidade inferior da coluna de tubos e filtros deve ser obturada por meio de peça ou cimentação do fundo do poço, salvo se ancorada em rocha dura

5.3.7 A colocação do pré-filtro, quando requerida no programa construtivo do poço, deve ser feita paulatinamente, de modo a formar anel cilíndrico continuo entre a parede de perfuração e a coluna de tubos e filtros.

5.3.8 O modo de colocação do material do pré-filtro deve ser bombeado com fluido.

5.3.9 A complementação do nível do pré-filtro deve ser assegurada durante o desenvolvimento do poço.

5.4 Desenvolvimento

5.4.1 Instalada a coluna de tubos e filtros, deve-se proceder ao desenvolvimento do poço, ate que a turbidez e a concentração de areia estejam dentro dos limites admissíveis.

5.4.2 O desenvolvimento deve ser efetuado através da combinação de métodos escolhidos de conformidade com as características do aqüífero.

5.4.3 Nos poços perfurados com lama, podem ser utilizados, durante o desenvolvimento, agentes químicos dispersantes (polifosfatos), afim de facilitar a remoção das argilas.

5.4.4 Nenhum bombeamento efetuado durante o desenvolvimento deve ser considerado como teste de aqüífero.

5.5 Disposições gerais

5.5.1 Todo poço deve ser construído por empresa habilitada, sob responsabilidade técnica de profissional de nível superior, devidamente credenciado junto ao CREA, com a ART da obra, e com base em projeto executivo (ver NBR 12212).
5.5.2 O construtor deve oferecer cronograma físico da obra, com previsão de inicio das seguintes fases:
a) Perfuração, perfilagem;
b) Colocação de tubos, filtros e pré-filtro;
c) Desenvolvimento e limpeza;
d) Testes;
5.5.2.1 Nenhuma destas fases pode ser efetivada sem a presença, ou o conhecimento prévio da fiscalização

5.2.3 A quantidade máxima de areia permissível em água de poço é de 10g/m cúbicos.

5.2.4 Concluído o poço, o construtor deve encaminhar ao contratante o relatório técnico construtivo, sem o qual não será recebido.
5.5.4.1 O relatório deve conter os seguintes elementos
a) Nome do proprietário;
b) Localização do poço(local, sitio, rua, fazenda, município, estado);
c) Cota do terreno;
d) Método de perfuração e equipamentos utilizados;
E) Perfil litológico e profundidade final;
F) Perfil composto;
G) Materiais utilizados (diâmetro, tipo, espessura)
H) Cimentações (indicações dos trechos cimentados)
i) Planilhas de teste final de bombeamento, com todas as medidas efetuadas, duração, data, equipamentos e aparelhos utilizados;
J) Analise físico-quimica e bacteriológica da água, firmada por laboratório idôneo;
K) Indicação da vazão de explotação do poço e respectivo nível dinâmico;
l) Nome, numero de registro no CREA e assinatura do profissional habilitado.
5.5.5 Em caso de abandono da perfuração por problema técnico, o furo deve ser desinfectado, lacrado e o fato comunicado ao órgão publico, estadual ou regional, encarregado do controle das águas.

 

06 Condições especificas

6.1 Teste de bombeamento e recuperação
6.1.1 Concluída a construção, deve-se proceder à execução do teste de produção, afim de determinar a vazão explotável do poço.

6.1.2 O construtor deve dispor de equipamentos necessários para garantir a continuidade da operação durante o período de teste.

6.1.3 O equipamento de teste deve ter capacidade para extrair vazão igual ou superior a prevista em projeto. O emprego de ar comprimido só deve se aceito excepcionalmente e com aprovação da fiscalização.

6.1.4 Na instalação do equipamento de bombeamento, o operador deve certificar-se do retorno da água ao nível estático.

6.1.5 Antes de iniciar o bombeamento, o operador deve certificar-se do retorno da água ao nível estático.

6.1.6 As medições de nível de água no poço devem ser feitas com medidor que permita leituras com precisão centimétrica.

6.1.7 Na determinação da vazão bombeada, devem ser empregados dispositivos que assegurem facilidade e precisão na medição. Para vazões de até 40m/h, devem ser empregados recipientes de volume aferido. Vazões acima de 40m/h devem ser determinadas por meio de sistemas contínuos de medida, tais como vertedores, orifício calibrado, tubo Venturi e outros.

6.1.8 A tubulação de descarga da água deve ser dotada de válvula de regulagem sensível e de fácil manejo, permitindo controlar e manter constante a vazão em diversos regimes de bombeamento.

6.1.9 O lançamento da água deve ser feito a uma distancia do poço determinada no projeto, que não interfira nos resultados dos testes.

6.1.10 As medidas de água no poço, durante o bombeamento devem ser efetuadas nas seguintes freqüências de tempos, a partir do inicio do teste.
TABELA - INDICADORES
Período (min)
Intervalo de leitura (min)
0-10
1
10-20
2
20-50
5
50-100
10
100-500
30
500-1000
60
1000- em diante
100

6.1.11 O teste de produção deve ser iniciado com o bombeamento à vazão máxima definida no projeto, em período mínimo de 24h

6.1.12 Uma vez terminado o teste de produção com a vazão máxima, deve-se proceder ao teste de recuperação do nível, durante um período mínimo de 4h.

6.1.13 No teste de recuperação, a freqüência dos tempos de medida do nível de água, no poço deve ser idêntica á do teste de bombeamento.

6.1.14 O teste de produção escalonada deve ser efetuado em etapas de mesma duração, com vazões progressivas, em regime continuo de bombeamento, mantida a vazão constante em cada etapa. A passagem de uma etapa à outra deve ser feita de forma instantânea, sem interrupção do bombeamento.

6.1.15 O plano de teste deve prever escalonamento de vazões com percentuais, da vazão máxima, conforme o projeto.

6.1.16 As medidas de vazão devem ser efetuadas em correspondência com as do nível de água.

6.1.17 Em casos de vazão inferior a 5m/h, o teste final de bombeamento deve manter vazão constante, com a condição de que tenha duração total não inferior a 24h, assegurada a estabilização do nível dinâmico durante o mínimo de 4h.

6.2 Camara de bombeamento

6.2.1 Teste de alinhamento
A verificação do alinhamento deve ser feita mediante a introdução de gabarito visando á utilização do equipamento de explotação para a vazão projetada.
6.2.2 Teste de verticalidade
A verificação do alinhamento deve ser feita mediante a introdução de gabarito visando á utilização do equipamento de explotação para a vazão projetada.
6.2.3 Cimentação
6.2.3.1 O processo de cimentação de qualquer espaço anular deve ser feito numa operação continua.
6.2.3.2 Todo poço deve ter cimentação para proteção sanitária, situada no espaço anular entre o tubo de revestimento e a parede de perfuração, com espessura mínima de 5,0cm.
6.2.3.3 O material utilizado na cimentação, em situações normais, deve ser constituído de calda de cimento.
6.2.3.4 Nenhum serviço pode ser efetuado no poço durante as 48h seguintes á cimentação, a não ser que se utilize produto químico para aceleração da pega (cura).
6.2.4 Laje de proteção
6.2.4.1 Concluídos todos os serviços no poço, deve ser construída uma laje de concreto, fundida no local, envolvendo o tubo de revestimento.
6.2.4.2 A laje de proteção deve ter declividade do centro para a borda, espessura mínima de 15cm e área não inferior a 1.0m quadrado, A coluna de tubos deve ficar saliente no mínimo 50cm sobre a laje.
6.2.5 Laje de proteção
6.2.5.1 A coleta para analise bacteriológica deve ser feira em frasco apropriado e esterilizado seguindo as recomendações do laboratório. Estas coletas devem ser efetuadas durante os ensaios de bombeamento e de desinfecção final do poço.
6.2.5.2 Durante a coleta de água, devem ser medidos o pH e a temperatura da água no poço.
6.2.5.3 A amostra para analise físico-quimica deve ser coletada quando do teste de bombeamento, com volume mínimo de 3L, em recipiente lavado com água deste. O prazo entre a coleta e a entrega da amostra no laboratório não deve exceder 24h.
6.2.6 Desinfecção
6.2.6.1 A desinfecção final deve ser feita com aplicação de solução clorada, em quantidade que resulte concentração de 50mg/L de cloro livre.
6.2.6.2 Para solução de hipoclorito de sódio a 10%, deve ser aplicado 0,5Lm cúbicos de água no poço.
6.2.6.3 Deve-se introduzir parte da solução no poço, através de tubos auxiliares, sendo o restante colocado pela boca do poço, de modo a desinfectar a tubulação acima do nível de água. A solução deve permanecer no poço por período não inferior a 2h.
6.2.7 Tampa
Concluídos todos os serviços, o poço deve ser lacrado com chapa soldada, tampa rosqueável com cadeado ou válvula de segurança.

 

 

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